O complexo da relatividade é passível de atingir a todos. Seus desdobramentos são tão cruéis e rígidos que impressiona a ausência de fronteiras. Quando se é a quarta potência de algo pode parecer que seja um título de méritos indiscutíveis, mas quando o campo de visão aumenta e joga essa mesma potência para uma posição tão ínfima que nem é possível se avistar, a situação complica.
O que esperar da região mais desenvolvida do país, centro verdadeiro do poder político da nação e mandante da economia? No mínimo que infra-estrutura e integração não faltem entre os envolvidos. Mas essa não é exatamente a realidade do sudeste brasileiro. Enquanto São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais gozam de representatividade indiscutível em relação aos outros estados da federação, o Espírito Santo aparenta mais ser uma alma penada com pequenos indícios de que é possível reencarnar. Seja qual for a ótica sobre os três grandes monstros sudestinos sempre aparecerão como citações certas na história do Brasil, mas o primo pobre, embora possua, é esquecido em qualquer discurso.
Turismo, economia, política, cultura... Nada disso se apresenta solidamente no panorâma geral. Estado de várias belezas e pessoas que merecem tanto respeito quanto de qualquer outro lugar, só agora parece que lembraram que esse corpo não foi enterrado porque não havia morrido.
Administração do PT, P.A.C, sucessor(a) de Lula? Talvez isso tenha alguma relação, pois é estranho notar que só agora começaram a engrossar a muqueca capixaba...
1 comentários:
Nossa Lestat.. Você realmente sabe como mecher com meu 'ego' de leitora.. Estou toda arrepiada com o post novo.
Parabéns amigo!
Aah.. e eu amo vc!! ^^'
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