A física nos ensina que direção e sentido tem suas diferenças. A humanidade nos prova isto a todo momento.
Enquanto todos nós caminhamos na mesma direção da vida, uns escolhem ir em um sentido e outros escolhem o oposto. A vida é algo comum para todos que a possuem, é claro que há o relativismo das condições em que os indivíduos estão situados quanto a doenças ou condições financeiras precárias. Mas em muitos outros casos há escolhas que independem desses fatores e sim de uma bagagem social que cada vez mais está repleta de elementos infrutíferos.
Somente nas últimas semanas, a ciência deu passos gigantescos permitindo a expansão significativa dos conhecimentos em todos os seus domínios. Descobriu-se, por exemplo, que Tutankamon morreu em decorrência de malária e também que era fruto de incesto; descobriu-se que Adolf Hitler usava algo parecido com o Viagra para manter relações sexuais; na Indonésia foi apresentado um animal até então desconhecido; no espaço foi possível se registrar novas informações; a Nasa divulgou novas fotos da Terra; textos manuscritos originais da bíblia foram encontrados; curas de doenças progrediram; arquivos da ditadura militar na Argentina foram revelados e outros da ditadura no Brasil foram encontrados em Santos. Sem contar avanços científicos já conquistados que agora estão sendo vinculados ao público, como é o caso da ciência noética e da respiração através de líquido que foram apresentadas por Dan Brown em seu último livro.
Esses são apenas alguns exemplos de como o conhecimento progride em alta velocidade em nosso tempo. Tudo isso está a disposição de qualquer um através das mídias digitais, as realizações da ciência não são mais segredo para ninguém. O Congresso norte-americano está pressionando o presidente Barack Obama para se pronunciar sobre a vida alienígena e comentar as atividades da famosa Área 51.
Por outro lado, uma parcela da humanidade prefere fazer escolhas desnecessárias. Enquanto o conhecimento e a informação estão de portas abertas para que cada um posso se desenvolver intelectualmente e culturalmente, somos atacados por modas musicais, televisivas e comportamentos sociais que em nada pode ser enriquecedor. A maravilha de outros carnavais, por exemplo, hoje foi substituída pela febre do Rebolation. Seguimos um padrão de pouquíssima crítica e reflexão sobre as coisas que nos cercam, os fatos são encadeados nos jornais e antes mesmo de serem resolvidos a população já os esqueceu. Assim é, de tal forma, que corremos o risco agora de enterrar o caso Arruda no Distrito Federal por causa dos recentes terremotos no Chile.
O mais lamentável é que todos os comportamentos desnecessários, as músicas sem o menor conteúdo, os programas televisivos absurdos, entre outras coisas, é o que realmente é absorvido pela sociedade. Chopadas e músicas baseadas em vogais ou no máximo cinco palavras são o que conquistam os jovens. O índice de leituras no país caiu significativamente, consequentenmente a capacidade de pensar e refletir. A massificação da população está garantida, são comuns os incapazes e insatisfeitos, enquanto são raros aqueles que absorverão da vida a verdadeira riqueza: cultura e conhecimento.
A "vida bandida" enquanto for fator comum, também serão os casos de corrupção, assassinatos, baixas condições de reflexão, educação e saúde precárias, descontentamentos e insatisfações.
Agora que a ciência dá passos largos e o conhecimento cresce em nível exponencial, a grande parcela da humanidade prefere o sentido contrário.
Enquanto todos nós caminhamos na mesma direção da vida, uns escolhem ir em um sentido e outros escolhem o oposto. A vida é algo comum para todos que a possuem, é claro que há o relativismo das condições em que os indivíduos estão situados quanto a doenças ou condições financeiras precárias. Mas em muitos outros casos há escolhas que independem desses fatores e sim de uma bagagem social que cada vez mais está repleta de elementos infrutíferos.
Somente nas últimas semanas, a ciência deu passos gigantescos permitindo a expansão significativa dos conhecimentos em todos os seus domínios. Descobriu-se, por exemplo, que Tutankamon morreu em decorrência de malária e também que era fruto de incesto; descobriu-se que Adolf Hitler usava algo parecido com o Viagra para manter relações sexuais; na Indonésia foi apresentado um animal até então desconhecido; no espaço foi possível se registrar novas informações; a Nasa divulgou novas fotos da Terra; textos manuscritos originais da bíblia foram encontrados; curas de doenças progrediram; arquivos da ditadura militar na Argentina foram revelados e outros da ditadura no Brasil foram encontrados em Santos. Sem contar avanços científicos já conquistados que agora estão sendo vinculados ao público, como é o caso da ciência noética e da respiração através de líquido que foram apresentadas por Dan Brown em seu último livro.
Esses são apenas alguns exemplos de como o conhecimento progride em alta velocidade em nosso tempo. Tudo isso está a disposição de qualquer um através das mídias digitais, as realizações da ciência não são mais segredo para ninguém. O Congresso norte-americano está pressionando o presidente Barack Obama para se pronunciar sobre a vida alienígena e comentar as atividades da famosa Área 51.
Por outro lado, uma parcela da humanidade prefere fazer escolhas desnecessárias. Enquanto o conhecimento e a informação estão de portas abertas para que cada um posso se desenvolver intelectualmente e culturalmente, somos atacados por modas musicais, televisivas e comportamentos sociais que em nada pode ser enriquecedor. A maravilha de outros carnavais, por exemplo, hoje foi substituída pela febre do Rebolation. Seguimos um padrão de pouquíssima crítica e reflexão sobre as coisas que nos cercam, os fatos são encadeados nos jornais e antes mesmo de serem resolvidos a população já os esqueceu. Assim é, de tal forma, que corremos o risco agora de enterrar o caso Arruda no Distrito Federal por causa dos recentes terremotos no Chile.
O mais lamentável é que todos os comportamentos desnecessários, as músicas sem o menor conteúdo, os programas televisivos absurdos, entre outras coisas, é o que realmente é absorvido pela sociedade. Chopadas e músicas baseadas em vogais ou no máximo cinco palavras são o que conquistam os jovens. O índice de leituras no país caiu significativamente, consequentenmente a capacidade de pensar e refletir. A massificação da população está garantida, são comuns os incapazes e insatisfeitos, enquanto são raros aqueles que absorverão da vida a verdadeira riqueza: cultura e conhecimento.
A "vida bandida" enquanto for fator comum, também serão os casos de corrupção, assassinatos, baixas condições de reflexão, educação e saúde precárias, descontentamentos e insatisfações.
Agora que a ciência dá passos largos e o conhecimento cresce em nível exponencial, a grande parcela da humanidade prefere o sentido contrário.
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